Ortodontia Lingual e sua evolução


ORTODONTIA LINGUAL 

Ortodontia Lingual e sua evolução

Há 40 anos a ortodontia passou por uma das suas grandes transformações: os aparelhos com arco reto.

Segundo Echarri, a técnica lingual foi iniciada no Japão por Kinja Fujita, da Kanagawa Dental University do Japão, para atender as necessidades dos pacientes ortodônticos praticantes de artes marciais com o objetivo de protegê-los dos possíveis traumas do esporte, e imediatamente foi continuada nos Estados Unidos no final dos anos 1970, através de Thomas Creekmore, com o desenvolvimento do sistema Counceal de slot vertical para a UNITEK. Os primeiros aparelhos demonstraram grande incidência de quebras e também muitas irritações da língua. Com interesse comercial em desenvolver uma aparatologia  adequada, foram apresentadas novas versões  mais aceitáveis quanto ao conforto.
Essa alternativa estética continuava a crescer. Publicações foram produzidas, seminários e congressos realizados, associações criadas na Europa, Ásia, Estados Unidos e grandes nomes foram surgindo no contexto ortodôntico mundial: Rafia Romano, Didier Fillion, Giuseppe Scuzzo, Kyoto Takemoto .
Na atualidade, após diversos estudos que alcançaram uma evolução considerável em vários aspectos que impediam uma aceitação melhor, tais como: desconforto, interferências nos ganchos na gengiva e posicionamento dos bráquetes. Assim, puderam tornar a técnica mais aceitável e definitivamente consolidada nos meios ortodônticos.
A alta demanda para essa nova alternativa forçou, o mais rápido possível, novas pesquisas e desenvolvimento de equipes para aperfeiçoamento dos aparelhos e tecnologias.

Extraído do Livro Ortodontia Lingual (Marcelo Marigo, Luíz Fernando Eto, Carla Melheiro Gimenez)
BRAGHIROLLI, E.M.; BISI, P. ; RIZZON, L.A.; NICOLETTO, U.. Psicologia Geral. 30ª ed. – Petrópolis: Vozes, 2010.

Quer conhecer mais e tirar sua dúvida acesse:
www.abolortolingual.com.br


                                   

Aparelho ortodôntico é tudo igual?




            Novo Sistema reduz  tempo, dor e melhora resultados



Você já parou pra se perguntar por que os preços de tratamento ortodôntico variam tanto? Ainda não? Então faça um teste: pergunte  sobre o tratamento e também o tempo do mesmo para cinco pessoas que usam ou que usaram aparelho. Dificilmente dois destes cinco terão valores iguais, principalmente se considerar tempo e duração. Isso acontece porque existem diversos tipos de aparelho no mercado e cada um funciona de uma maneira diferente.

Trabalhando com ortodontia há muitos anos, observei que uma das principais reclamações dos pacientes é quanto ao tempo de duração do tratamento e fui em busca das opções disponíveis no mercado nacional e internacional.

A utilização dos aparelhos auto-ligados  trouxe resultados positivos nesse sentido, mas eu ainda não estava satisfeita. Foi quando descobri o Sistema Damon que é também um sistema auto-ligado, mas que trabalha de forma passiva, dispensando o uso das famosas ligas coloridas, deixando o fio trabalhar solto.  O grande diferencial desse sistema está nos fios utilizados que, com sua alta tecnologia, reduzem o tempo de tratamento, diminuem o número de visitas ao consultório, além de trazer resultados mais satisfatórios. Apesar disso, este sistema não causa aquela dor que é comum nos primeiros dias após a manutenção, pois os fios trabalham de maneira diferente e muito mais leve. Sem falar na redução da necessidade de extrações.  

Fator também que pode ser citado como ponto positivo do Sistema Damon  ter a opção de ser praticamente invisíveis com o aparelho estético Damon Clear . Dessa forma, além de ter um tratamento mais rápido, menos doloroso e mais eficiente, você ainda pode fazer isso sem que quase ninguém perceba.

E se você ainda assim não quiser ser visto por aí usando aparelho pode optar pelo sistema Ortodontia  Lingual, que utiliza os bráquetes pelo lado de dentro dos dentes, com isso, seu sorriso será corrigido sem que ninguém saiba, a não ser que você conte.
                                                                                                                     Cleuma  Farias

 

Tá rindo de que?




Novo curta-metragem da TdB combina documentário e humor para propor ao governo a distribuição gratuita de escova de dentes, pasta e fio dental para a população.



São Paulo, agosto de 2012 – Usar sacolinhas plásticas para fazer fio dental ou substituir pasta por sabão. Estas são algumas das alternativas criativas para cuidar dos dentes flagradas pela TdB  no seu novo curta-metragem. “Tá rindo de quê?” comprova que a população sabe como prevenir problemas odontológicos, mas muitos não têm recursos financeiros para fazer isso.
Para a TdB, a solução é a adoção de políticas públicas que universalizem o acesso à odontologia de qualidade. O primeiro passo é a distribuição gratuita do kit de higiene bucal, composto por escova, pasta e fio. É uma medida preventiva barata e eficaz. Se todos tiverem acesso ao kit, poderemos reduzir drasticamente a demanda por tratamento odontológico no futuro.
A proposta da TdB é que os kits sejam distribuídos gratuitamente nas Farmácias Populares, cujo leque de produtos não se restringe aos medicamentos e inclui outros itens destinados à prevenção, como preservativos e seringas. Voluntários da TdB em todo o país têm se dedicado a levar essa proposta para as Câmaras Municipais e os resultados começam a aparecer. Nas cidades goianas retratadas no documentário “Tá rindo de quê”, a lei está em vigor: o kit já está disponível para a população de Firminópolis e a distribuição em Aurilândia e São Luís de Montes Belos está em fase de implantação.
Esses exemplos comprovam que a proposta da TdB é viável, mas ainda há um longo caminho a percorrer. A discussão sobre o kit de higiene bucal está em andamento em cerca de 40 municípios do país e, em vários deles, o projeto encontra resistência por parte de vereadores e prefeitos.
O objetivo de “Tá rindo de quê?” é exatamente ampliar essa discussão. O lançamento do curta-metragem está associado a outra ação de políticas públicas coordenada pela TdB: os voluntários da organização estão entrando em contato com os candidatos a prefeito em seus municípios e propondo a assinatura de um pacto a favor da saúde bucal (para saber mais.   É um compromisso público, sem valor legal, mas que pode ser bastante útil na aprovação futura de novos projetos para distribuição do kit.
Narrado pelo ator Tarcísio Meira, “Tá rindo de quê?” é o sexto documentário da TdB e o primeiro a incluir cenas de ficção. Angela Dip, Ilana Kaplan, Marcelo Mansfield e Rodrigo Lopez, famosos no cenário da comédia stand-up brasileira, interpretam personagens cujas falas fazem o contraponto aos problemas reais expostos no curta-metragem.
https://www.youtube.com/watch?v=nmdy-S4TeZk&feature=player
Fonte: www.turmadobem.org.br


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